
05) Matizes do Horizonte
Sinto a luz arcana do horizonte,A despertar memórias de outras eras;Tempos remotos, de uma face distante,Onde já não alcanço as minhas primaveras. Sigo o caminho,

Sinto a luz arcana do horizonte,A despertar memórias de outras eras;Tempos remotos, de uma face distante,Onde já não alcanço as minhas primaveras. Sigo o caminho,

Mergulho no espelho que o tempo moldou, E vejo nos olhos a estrada que foi.O verde que visto é o mesmo que sou: A força da

Acontecerá nesta quinta, dia 24 de setembro, a partir das 20h, na Biblioteca Pública Fenelon Barreto, em Palmares (PE), o lançamento do livro Tataritaritatá, do

Há algumas semanas, a vida me feriu profundamente. Sempre encontrei alegria em estender a mão a quem caminhava por trilhas pedregosas; contudo, o golpe que

Luiz Alberto Machado Na precisão do agora constato: caminhos, estradas, veredas. Encruzilhadas muitas. Pra lá, não sei; pra cá, muito menos. Ali tudo é ignoto;

Venho em busca da paz que o peito suplica,enquanto a alma transborda na quietude do instante,passos errantes por espaços perdidosno emaranhado de sombras que se

Tudo estava muito escuro. Eu não conseguia enxergar nada ao meu redor. Percebia apenas ruídos indistintos no ar — e até mesmo esse leve rumor

Luiz Alberto Machado Escapando aqui & ali & acolá, voo pelos mata-burros no mato sem cachorro, quando escapo de paredes surdas ao desabafo do que

Estou retornando ao caminho já trilhado,preciso sentir o pulsar das antigas emoções.Talvez a memória já não guarde o mapa exatodas decisões tomadas na vertigem dos

Os passos longínquos de um tempo passadoCaminham de volta, num sopro de vento,E trazem o ontem pro agora guardado,Nas vivas páginas do meu pensamento.É um

Sinto a luz arcana do horizonte,A despertar memórias de outras eras;Tempos remotos, de uma face distante,Onde já não alcanço as minhas primaveras. Sigo o caminho,

Mergulho no espelho que o tempo moldou, E vejo nos olhos a estrada que foi.O verde que visto é o mesmo que sou: A força da

Acontecerá nesta quinta, dia 24 de setembro, a partir das 20h, na Biblioteca Pública Fenelon Barreto, em Palmares (PE), o lançamento do livro Tataritaritatá, do

Há algumas semanas, a vida me feriu profundamente. Sempre encontrei alegria em estender a mão a quem caminhava por trilhas pedregosas; contudo, o golpe que

Luiz Alberto Machado Na precisão do agora constato: caminhos, estradas, veredas. Encruzilhadas muitas. Pra lá, não sei; pra cá, muito menos. Ali tudo é ignoto;

Venho em busca da paz que o peito suplica,enquanto a alma transborda na quietude do instante,passos errantes por espaços perdidosno emaranhado de sombras que se

Tudo estava muito escuro. Eu não conseguia enxergar nada ao meu redor. Percebia apenas ruídos indistintos no ar — e até mesmo esse leve rumor

Luiz Alberto Machado Escapando aqui & ali & acolá, voo pelos mata-burros no mato sem cachorro, quando escapo de paredes surdas ao desabafo do que

Estou retornando ao caminho já trilhado,preciso sentir o pulsar das antigas emoções.Talvez a memória já não guarde o mapa exatodas decisões tomadas na vertigem dos

Os passos longínquos de um tempo passadoCaminham de volta, num sopro de vento,E trazem o ontem pro agora guardado,Nas vivas páginas do meu pensamento.É um





Sinto a luz arcana do horizonte,A despertar memórias de outras eras;Tempos remotos, de uma face distante,Onde já não alcanço as minhas primaveras. Sigo o caminho,

Mergulho no espelho que o tempo moldou, E vejo nos olhos a estrada que foi.O verde que visto é o mesmo que sou: A força da

Acontecerá nesta quinta, dia 24 de setembro, a partir das 20h, na Biblioteca Pública Fenelon Barreto, em Palmares (PE), o lançamento do livro Tataritaritatá, do

Há algumas semanas, a vida me feriu profundamente. Sempre encontrei alegria em estender a mão a quem caminhava por trilhas pedregosas; contudo, o golpe que