
Entrevista Revista Cerrado Cultural
Perfil Vânia Moreira Diniz publicada originalmente na Revista Cerrado Cultural, em 01 de março de 2012. Por Paccelli José Maracci Zahler Escritora, humanista e pesquisadora,

Perfil Vânia Moreira Diniz publicada originalmente na Revista Cerrado Cultural, em 01 de março de 2012. Por Paccelli José Maracci Zahler Escritora, humanista e pesquisadora,

Hoje , estou entre as incertezas da vida, naqueles dias que parecem vazios e sem destinação em que olhamos o horizonte e não vemos cores,

Homens com mãos escravasconstruíram majestosas cidadestalharam rochas, ergueram templos.Mas o ser humano, sem escrúpulos,vem destruindo a mãe natureza. O desmatamento das nossas verdes matas,a poluição

Ela partiu hoje com a mesma serenidade como viveu. Flávia Jardim foi amiga de minha filha Cláudia no Colégio Notre Dame desde os cinco anos

Creio na esperança e no amor,Na plenitude dos sentimentos,Na realização dos ideais em flor,Na seiva da terra e nos alimentos. Creio na generosidade latente,Nos sonhos

Retornei de uma viagem imaginária, com a presença de minha irmã Cristina, onde vivemos novamente a nossa infância, adolescência e juventude nas noites e madrugadas

Não existe relação mais profunda do que a de mãe e filhos. É uma relação realmente incondicional e não depende de absolutamente nada para ser

Pediram ao poeta um poema pós-moderno! E agora? O que moderno? E o que é pós-moderno? Desde que tentaram definir poesia, sua essência permanece: um

Em meio à luta de conscientização para todos nós no caos imenso desse país, às indignações pelos sofrimentos que os homens políticos nos causam, á

Durante esses dias vimos coisas que jamais nossos olhos presenciaram. Acho que nem em telas de cinema.O tresloucamento, a violência e o barbarismo tomaram conta

Perfil Vânia Moreira Diniz publicada originalmente na Revista Cerrado Cultural, em 01 de março de 2012. Por Paccelli José Maracci Zahler Escritora, humanista e pesquisadora,

Hoje , estou entre as incertezas da vida, naqueles dias que parecem vazios e sem destinação em que olhamos o horizonte e não vemos cores,

Homens com mãos escravasconstruíram majestosas cidadestalharam rochas, ergueram templos.Mas o ser humano, sem escrúpulos,vem destruindo a mãe natureza. O desmatamento das nossas verdes matas,a poluição

Ela partiu hoje com a mesma serenidade como viveu. Flávia Jardim foi amiga de minha filha Cláudia no Colégio Notre Dame desde os cinco anos

Creio na esperança e no amor,Na plenitude dos sentimentos,Na realização dos ideais em flor,Na seiva da terra e nos alimentos. Creio na generosidade latente,Nos sonhos

Retornei de uma viagem imaginária, com a presença de minha irmã Cristina, onde vivemos novamente a nossa infância, adolescência e juventude nas noites e madrugadas

Não existe relação mais profunda do que a de mãe e filhos. É uma relação realmente incondicional e não depende de absolutamente nada para ser

Pediram ao poeta um poema pós-moderno! E agora? O que moderno? E o que é pós-moderno? Desde que tentaram definir poesia, sua essência permanece: um

Em meio à luta de conscientização para todos nós no caos imenso desse país, às indignações pelos sofrimentos que os homens políticos nos causam, á

Durante esses dias vimos coisas que jamais nossos olhos presenciaram. Acho que nem em telas de cinema.O tresloucamento, a violência e o barbarismo tomaram conta





Venho em busca da paz que o peito suplica,enquanto a alma transborda na quietude do instante,passos errantes por espaços perdidosno emaranhado de sombras que se

Tudo estava muito escuro. Eu não conseguia enxergar nada ao meu redor. Percebia apenas ruídos indistintos no ar — e até mesmo esse leve rumor

Luiz Alberto Machado Escapando aqui & ali & acolá, voo pelos mata-burros no mato sem cachorro, quando escapo de paredes surdas ao desabafo do que

Estou retornando ao caminho já trilhado,preciso sentir o pulsar das antigas emoções.Talvez a memória já não guarde o mapa exatodas decisões tomadas na vertigem dos