
Terceira carta do amor insone
Para Vaninha Moreira Diniz Luiz Alberto Machado Todas as manhãs, Vaninha, tal como o mar que nunca dorme, eu fico à espera que mede o

Para Vaninha Moreira Diniz Luiz Alberto Machado Todas as manhãs, Vaninha, tal como o mar que nunca dorme, eu fico à espera que mede o

Para Vaninha Moreira Diniz Luiz Alberto Machado Não só falarei das manhãs esplêndidas de outubro, Vaninha, musa minha, mas das tantas manhãs de penumbra diáfana

Resenha de “Anos de Ternura” de A. J. Cronin: Uma Jornada de Resiliência e Afeto na Escócia Publicado originalmente em 1944 como “The Green Years”,

Todos os dias, durmo depois do amanhecer. Há algo nas noites que sempre me trouxegrande satisfação desde minha juventude. desde minha juventude. Encontro calmaquando o

Reflexões surgem em minha mente como cenas de um filme vívido, tão claras quanto as memórias de ontem. A capacidade do cérebro me deixa em

Naquele dia, sentia-me mal, atemorizada pela vida, pelo que me acontecia, pelo que ouvia ou imaginava. Resolvi, então, enfrentar o medo. Levantei-me determinada, repetindo a

Refletindo sobre minhas ações, lembro da juventude, quando me sentia dona do mundo, imortal, capaz de tudo. Era uma época de descobertas, de ilusões e

Esta obra singular, concebida pelas mãos do multiartista Luiz Alberto Machado, floresceu como uma dedicatória exclusiva à escritora, poeta e humanista Vânia Moreira Diniz. Mais

Em “Violeta”, Isabel Allende nos presenteia com uma saga familiar épica e visceral, narrada pela protagonista homônima em seus últimos dias de vida. Através de

Minha infância foi marcada pelas tradições de um colégio católico, e as celebrações da Semana Santa permanecem vívidas em minha memória desde tenra idade. Naquele

Para Vaninha Moreira Diniz Luiz Alberto Machado Todas as manhãs, Vaninha, tal como o mar que nunca dorme, eu fico à espera que mede o

Para Vaninha Moreira Diniz Luiz Alberto Machado Não só falarei das manhãs esplêndidas de outubro, Vaninha, musa minha, mas das tantas manhãs de penumbra diáfana

Resenha de “Anos de Ternura” de A. J. Cronin: Uma Jornada de Resiliência e Afeto na Escócia Publicado originalmente em 1944 como “The Green Years”,

Todos os dias, durmo depois do amanhecer. Há algo nas noites que sempre me trouxegrande satisfação desde minha juventude. desde minha juventude. Encontro calmaquando o

Reflexões surgem em minha mente como cenas de um filme vívido, tão claras quanto as memórias de ontem. A capacidade do cérebro me deixa em

Naquele dia, sentia-me mal, atemorizada pela vida, pelo que me acontecia, pelo que ouvia ou imaginava. Resolvi, então, enfrentar o medo. Levantei-me determinada, repetindo a

Refletindo sobre minhas ações, lembro da juventude, quando me sentia dona do mundo, imortal, capaz de tudo. Era uma época de descobertas, de ilusões e

Esta obra singular, concebida pelas mãos do multiartista Luiz Alberto Machado, floresceu como uma dedicatória exclusiva à escritora, poeta e humanista Vânia Moreira Diniz. Mais

Em “Violeta”, Isabel Allende nos presenteia com uma saga familiar épica e visceral, narrada pela protagonista homônima em seus últimos dias de vida. Através de

Minha infância foi marcada pelas tradições de um colégio católico, e as celebrações da Semana Santa permanecem vívidas em minha memória desde tenra idade. Naquele





Existem pessoas que possuem o raro dom de despertar o que há de mais luminoso em nós. Muitas delas já atravessaram o limiar do tempo,

Acordei sentindo em meu peito a ternura,Meu corpo delirando em pura sensualidade,Espreguiçando-me indócil, altiva e gentil,Tão faceira e livre… privilégios de mulher. Levantei-me atravessando o

Rio de Janeiro, berço querido que me viu nascer,Linda, maravilhosamente encantada e arrebatadora!Praias infindas que sussurram segredos ancestrais,Na poesia misteriosa de sua sedução fascinante. Avenida

Há algum tempo acalentava o desejo de registrar, com o próprio punho, poesias inspiradas no cotidiano e naquelas lembranças guardadas desde os meus sete anos