Desde 01 de Março de 2022

Não destrua a Mãe Natureza

Não destrua a Mãe Natureza Meire Fernandes

Homens com mãos escravas
construíram majestosas cidades
talharam rochas, ergueram templos.
Mas o ser humano, sem escrúpulos,
vem destruindo a mãe natureza.

O desmatamento das nossas verdes matas,
a poluição dos nossos caudalosos rios e mares
o calor de mais de 40 graus
refletores nas mudanças climáticas,
que advém do aquecimento global.

Queremos ver um Planeta, onde não haja
tantos estragos e perversidades às nossas riquezas
Não queremos ver o canto lamurioso dos pássaros
pelas matas destruídas e violentadas
por um pseudo progresso anunciado e
jamais materializado.

Ainda bem que temos os Satélites
com seus olhares clínicos na Terra.
A humanidade tem pressa
e fome, clamando por uma solução.

Vamos tentar diminuir a influência
dos gases, como o halon e o metano
na opaca camada de Ozônio,
zelando com amor pela ambiência.

Evitar as criminosas queimadas
que destroem as encantadoras florestas,
plantações e os inocentes animais.
Respeitem! Vocês também são responsáveis
Ajudem a salvar o nosso Planeta Terra.

Conheça a canção: “Não destrua a Mãe Natureza”

Meire Fernandes

O poema “Não destrua a Mãe Natureza” de autoria de Meire Fernandes virou uma canção interpretada pela cantora Janete Góes e com arranjos de Felippe Rodrigues.

A música está disponível no YouTube. Acesse e dê o seu like, pois está é uma importante forma de apoiar a obra e ampliar o seu alcance nas redes sociais. Ao dar o seu like, você também apoia a monetização do canal da cantora Janete Góes.

Sobre a autora

Drª. Meireluce Fernades é professora, escritora/poeta, graduada em Letras (Inglês/Portugês/Literaturas). Mestre em Ciência da Informação, pela UnB. PhD e “Magna cum Laude”, pela Bircham International University/U.E. Doutora Honoris Causa, pela mesma Universidade. Cidadã Honorária de Brasília. Presidente da Academia de Letras e Música do Brasil-ALMUB. Vice-presidente da AJEB/DF. Presidente Emérita do Sindicato dos Escritores do DF e da Academia Internacional de Cultura-AIC. Pertence a várias Academias em Brasília. Detentora de inúmeros títulos, prêmios, medalhas e Certificados, como o de Embaixadora da Paz, Destaque Cultural e Destaque Social, pela OMDDH. Recebeu alguns Certificados da Rede Sem Fronteiras. Finalista no Prêmio Internacional de Espírito Inclusivo-PIEI (15ª Primavera dos Museus). Possui artigos publicados em revistas nacionais e internacionais. Publicou 12 livros, nos gêneros (Técnico, romance, conto e poesia).

Compartilhar Artigo:

Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
RELACIONADOS

Você também pode gostar

SIMULACROS

Luiz Alberto Machado Falando comigo: sou umbigo nas paredes, todos & ninguém – o trâmite da solidão. Cansaço, murro em pontas de facas: o bloco

07) Couraças de Infância

Há portas no porão da memória que permanecem trancadas por décadas, até que uma chave invisível as abre de repente. Foi o que me aconteceu