
08) O Ofício de Reviver: Outubro e Minhas Raízes 21 de outubro
O Ofício de Reviver: Outubro e Minhas Raízes 21 de outubro Outubro é o meu mês predileto. Nele nasci e sempre me senti acolhida quando

O Ofício de Reviver: Outubro e Minhas Raízes 21 de outubro Outubro é o meu mês predileto. Nele nasci e sempre me senti acolhida quando

Luiz Alberto Machado Falando comigo: sou umbigo nas paredes, todos & ninguém – o trâmite da solidão. Cansaço, murro em pontas de facas: o bloco

Há portas no porão da memória que permanecem trancadas por décadas, até que uma chave invisível as abre de repente. Foi o que me aconteceu

Há uma geografia invisível que une a criança que fomos à pessoa em que nos tornamos. Aos sete anos, o mundo ainda é um vasto

Nasci em outubro, sob o sol generoso de uma primavera que pedia por cores e horizontes abertos. Cresci ouvindo o rumor do mundo e aprendendo

Há um tempo em que a vida cabe inteira na extensão de um quintal, no mistério de um livro antigo encontrado na biblioteca do pai

Sinto a luz arcana do horizonte,A despertar memórias de outras eras;Tempos remotos, de uma face distante,Onde já não alcanço as minhas primaveras. Sigo o caminho,

Mergulho no espelho que o tempo moldou, E vejo nos olhos a estrada que foi.O verde que visto é o mesmo que sou: A força da

Acontecerá nesta quinta, dia 24 de setembro, a partir das 20h, na Biblioteca Pública Fenelon Barreto, em Palmares (PE), o lançamento do livro Tataritaritatá, do

Há algumas semanas, a vida me feriu profundamente. Sempre encontrei alegria em estender a mão a quem caminhava por trilhas pedregosas; contudo, o golpe que

O Ofício de Reviver: Outubro e Minhas Raízes 21 de outubro Outubro é o meu mês predileto. Nele nasci e sempre me senti acolhida quando

Luiz Alberto Machado Falando comigo: sou umbigo nas paredes, todos & ninguém – o trâmite da solidão. Cansaço, murro em pontas de facas: o bloco

Há portas no porão da memória que permanecem trancadas por décadas, até que uma chave invisível as abre de repente. Foi o que me aconteceu

Há uma geografia invisível que une a criança que fomos à pessoa em que nos tornamos. Aos sete anos, o mundo ainda é um vasto

Nasci em outubro, sob o sol generoso de uma primavera que pedia por cores e horizontes abertos. Cresci ouvindo o rumor do mundo e aprendendo

Há um tempo em que a vida cabe inteira na extensão de um quintal, no mistério de um livro antigo encontrado na biblioteca do pai

Sinto a luz arcana do horizonte,A despertar memórias de outras eras;Tempos remotos, de uma face distante,Onde já não alcanço as minhas primaveras. Sigo o caminho,

Mergulho no espelho que o tempo moldou, E vejo nos olhos a estrada que foi.O verde que visto é o mesmo que sou: A força da

Acontecerá nesta quinta, dia 24 de setembro, a partir das 20h, na Biblioteca Pública Fenelon Barreto, em Palmares (PE), o lançamento do livro Tataritaritatá, do

Há algumas semanas, a vida me feriu profundamente. Sempre encontrei alegria em estender a mão a quem caminhava por trilhas pedregosas; contudo, o golpe que





O Ofício de Reviver: Outubro e Minhas Raízes 21 de outubro Outubro é o meu mês predileto. Nele nasci e sempre me senti acolhida quando

Luiz Alberto Machado Falando comigo: sou umbigo nas paredes, todos & ninguém – o trâmite da solidão. Cansaço, murro em pontas de facas: o bloco

Há portas no porão da memória que permanecem trancadas por décadas, até que uma chave invisível as abre de repente. Foi o que me aconteceu

Há uma geografia invisível que une a criança que fomos à pessoa em que nos tornamos. Aos sete anos, o mundo ainda é um vasto